sexta-feira, 16 de junho de 2017

Tinha um Caminha

no meio do sebo...
por maneco nascimento

Dentre os que olham ao derredor, no meio do caminho tinha uma pedra de 13 milhões de analfabetos. Terra de grandes mestres escritores e, leitores, menos, em relação à Argentina, por exemplo, que tem para cada Livraria, o correspondente aqui no Brasil a uma farmácia.

Ou, como declaram as pesquisas, nosso é o país muito, mas muito + atrás da França, esta que lê muito e bem, seu rosário de exemplares e até elegeu um brasileiro, mago das escritas auto ajuda, como seu queridinho.

Quanto a mim, seria, eu, alguém que cava, também, a própria sepultura. Mas, enquanto inconclusa esta tarefa de (des)continuidade da vida, vou lendo um pouco aqui, algo + alí... "Alguma Poesia", se ninguém me impedir, e seria de todo ímpeto em não permitir tal ousadia. Mergulho no "Brejo das Almas" e que nunca me falte um "Sentimento do Mundo", porque não vislumbro maior jardim que não passe pelo que plantou "A Rosa do Povo".

Leio  porque faz bem. Alguém já disse que quem lê tem menor chance de envelhecer solitário. E a ciência que mantém, a cada segundo, o mundo atento às novas (dez)cobertas e regências do mundo comtiano, nos assinala que ler exercita sinapses e corrobora para manter a mente viva. Leio porque existo. Leio, logo (re)penso. Leio para não esquecer.

E, como um razoável garimpeiro de sebos, sempre esbarro em pérolas deixadas aos outros. Fosse inventariar as peças preciosas... hum, daria... uma Esmeralda Bahia, aquela brasileira que os Estados Unidos é dona. Mas este não é o assunto. Desta feita, tinha que passar pelo sebo frequente e, entre alguns reais investidos, gastei bem, também, num Caminha no meio do sebo.

"Drummond A Lição do Poeta", de Edmílson Caminha caiu bem em minhas mãos. Em comum, entre eu e o intelectual, talvez só o Poeta itabirano, o meu grande amor da poesia brasileira. De mim, o admirador incondicional e leitor apaixonado. De Caminha, um privilégio muito maior, além de admirador, leitor arguto, pesquisador, comentador da Obra do Poeta, também amigo conquistado.

Como ia dizendo, um livro que ainda não havia passado pelo meu caminho. Uma edição comemorativa do centenário de Carlos Drummond de Andrade, editada pela Oficina da Palavra, já numa segunda edição, de 2006. Uma preciosidade para quem gosta demais de CDA. E eu morro e não nego, amo Drummond.

Entre as pepitas colhidas ao Livro, uma entrevista com o escritor (janeiro de 1984), direto, humorado, de ironia refinadíssima e de uma sinceridade peculiar. Crônicas, trechos doutras, poemas, seu jeito de ser humano, educado, discreto, sincero, mas sem meias palavras e toda poesia, seja nas entrevistas, comentários, posição política, posição humana de ser quem é Carlos Drummond de Andrade.

O diálogo do pesquisador ao autor se vai estreitando, de forma simples e rebuscada das memórias construídas entre o admirador e o Admirado. Dos recolhidos à feição de homenagem ao artista, "A Lição do Poeta", uma rica e inconteste Entrevista (Janeiro de 1984) e "O QUE FIZERAM COM O PORTUGUÊS?" (CDA).

 +, ainda,  "Em Torno de Drummond"; os títulos de artigos "Drummond em Latim"; "Ciao, Drummond"; "Diário de Bordo"; "Tempo, Vida e Poesia de Drummond"; "Itabira, Drummond, O Cometa etc."; "A Presença Viva de Drummond"; "Crispim, Barba Azul, Drummond"; "Lembrança de Drummond"; "Na Toca do Urso Polar"; "Brejo das Almas: Um Lugar na Poesia de Drummond"; "Gol de Drummond".

As cartas do Poeta em respostas ao admirador, "Remetente: Carlos Drummond de Andrade". É mesmo um privilegiado Caminha no caminho de Carlos Drummond de Andrade. Uma fortuna crítica de correspondência entre o cearense, admirador, e o mineiro de Itabira, o Poeta, em seus sucintos, delicados e atenciosos escritos em respostas a Caminha.

E, de Drummond, "Poema para Ana Carolina"; "Versos para Mariana"e, "Uma Pedra em Tupi" (tradução para tupi de Gerobal Guimarães) e "Poema de Carvalho" (Drummond Revisitado, de Francisco Carvalho para Edmílson Caminha) + "Testemunho de Placer" (A Propósito de CDA, de Xavier Placer para Edmílson Caminha).

Uma fortuna de memórias brasileiras da + pontual literatura revisitada e homenageada. Esse Poeta, o Drummond, com muita justiça incensado na justeza de "Drummond A Lição do Poeta", do organizador Edmílson Caminha.

fotos/imagem: (capa da primeira edição)

Um prazer de boa leitura!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Pérola rara, ato dramático

Sobre “Raroquerer Haraquiri”
por maneco nascimento

Uma Leitura Dramática, de texto do dramaturgo, poeta, artista plástico e escritor, o piauiense Roberto Muniz Dias, realizada durante o DIGO - II Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero, que ocorreu em Goiânia, Goiás.

A Leitura, do texto-monólogo "Raroquerer Haraquiri", foi realizada pelo ator Rodrigo Unganelli. O ato cênico deu-se no Teatro Centro Cultural UFG.

Do autor,
[A proposta é de apresentação de um monólogo intimista, mas que adentra a magia do processo criativo de um escritor em busca de seu melhor texto. Para isso, vai à sua infância, procurando pela parte mais ingênua e mais sincera. Então, nesta simulação da sua própria vida, vestido de gueixa, Germano vai se (...)] 
(Publicado por Roberto Muniz Dias, em 10 de jun de 2017, no you tube)

Da recepção de um ator,
[Pra começar, o trocadilho muito feliz Raroquerer Haraquiri é uma sacada de aprendiz de feiticeiro, aquele que sempre vai superar o último preceptor. Traz novidade desde o jogo das palavras, mais todo o universo que há nas linhas em si, nas entrelinhas e para além delas em proposta criativa.

Quanto à dramaturgia de cena. Gosto desta terra do escritor, em seus desmanchados de pisar e livros e consoles e vinho e bebidas e a taça de drink e banco (cadeira de sala confessional/divã de casa) que se misturam e um "rio" (MARCA DE TECIDO AZUL) recortando espaço de caminhar das memórias do escritor, enleado pelo sentimento quente, navegado do coração rubro (QUIMONO VERMELHO, segunda pele da personagem) que regurgita o tempo do pensamento que revira as memórias.

Ao figurino: um quimono de kamikasi que desnuda o sujeito do (sepulku/harakiri), na dialética do corte, ruptura, quebra do paradigma, rompimento do interdito. 

Kamikasi, porque leva consigo um coletivo a ser desprezado na "liberdade" de nova vida, novo tempo. A gueixa que escolhe o destino, desvia-se das marcas da tradição em nome da nova edição de novo viver.

Quando a personagem se desnuda vejo um quase jovem deus pan e sua música mágica, ou um sátiro que enleia melodias e distribui-as aos outros, através da flauta presenteada (daí à dialética, ou semântica, que a flauta tome... seria outra recepção).

O intérprete/leitor tem uma natureza imberbe, mas sem a força da gueixa (silenciosa/pragmática/medida em métodos da tradição milenar da cultura Japão), as idiossincrasias do ator, às vezes, (não sei se proposital), sobrepõem a gueixa... mas, se um jovem deus pan aparecer fica na média entre os deuses e os mortais, divinos e mitos e o inconsciente (arquétipos) incorporado às falas do corpo que geram imagens mitológicas, em visitas a mortais.

Algum momento, a pedagogia da imagem da narrativa, fica infantilizado. E, talvez, o neutro, melhor valorizaria ação de leitura textual, mas noutros momentos as falas de corpo definem identidade com o textual.

O ato de vasculhar o "baú de ossinhos", em paráfrase ao "baú de ossos" (O Terno e o Frango, do escritor paulista Joca Oeiras), é de imagem que ilustra bem, haja vista as coisas, os objetos e a mala de memórias aberta e os recolhidos de dentro, as armas de prazer (flauta) e dor/rompimento (punhal).

A morte brechtniana se instala bem e o desaparecimento da "mulher", de lábios pintados, que se esvai na luz em resistência ao black out revela a transição/passagem de sombras à Luz e luz às Sombras das memórias. No piscar ao escuro, um barulho ensurdecedor vai (na obra aberta) gerar a nova Luz já apontada no discurso.

Mas, o essencial, na Leitura Dramática é o texto, é indispensável. As imagens e cenas mais particulares devem ser de desenho mais limpo e sempre coerentes ao discurso das falas do texto, não que haja, na Leitura, essa falha (trágica), mas o mais é o menos e o menos é sempre o mais, na simplicidade.

Mais respostas, só na leitura do texto original, pois que observação a partir de um registro vídeo you tube da performance dramática. 

Ah! a música (Hugo Santos, outro piauiense pancada) é linda e o diálogo com as novas tecnologias, áudio visual, das memórias alter ego, de super valor do si no outro do outro no si, revela bem ao conjunto dramático, abre costura e recompõe capas da cebola dissecada.

Tá bom, ou fugi muito da recepção de observador do ato político e cênico de raras ações, ato dramático, feito "Raroquerer Haraquiri"?

fotos/imagem: (Roberto Muniz Dias)

terça-feira, 13 de junho de 2017

Éramos Seis...

Erasmo Seis&Meia
por maneco nascimento

Ele vem de um histórico de tocar em bandas juvenis, no começo de carreira, que reunia, no mesmo círculo de amizade musical, o grande Tim Maia, Roberto, Jorge Ben (só depois acrescentou o Jor), entre outros que marcaram os melhores dias de suas vidas às nossas melhores recepções e memórias inestimáveis.

fotos/imagem: (divulgação)

Amor ao rock, ninguém ficou impune a esse movimento pop mundi que atravessou, também, os mesmos mares, outrora navegados, e aqui aportou para influence jazz, rock, soul, blues, black spiritual, gospel-rock, pop, Jovem Guarda, iêiêiê...+ Bossa Nossa às guitarras selvagens e o matiz diverso da melhor, entre as melhores também, manifestação musical, a velha e doce MPB.

Se forjado um rei da MPB, então logo no calcanhar (falha de Aquiles), ou melhor ao lado, está o Príncipe Tremendão, esse tremendo barato que compôs de tudo e todo um pouco a românticos, ecológicos, rock'n tradição e reinvenção da variação sobre o mesmo tema, deu um Close n'Ela e permanece esse pop art music made in Brazil/Brasil de tantos brasis afora e adentro.

Nesta semana de 12 a 18, o tremendão Erasmo Carlos, em + de 70 bem vividos anos e, muitos deles à canção que avançou sobre os palcos brasileiros, pois à cepa nacional de grande estirpe, está em temporada de shows no Piauí.

fotos/imagem: (ascomSeCult)

12 de junho (Dia dos Namorados) foi brilho no Projeto Seis&Meia Teresina (Theatro 4 de Setembro); dia 13 de junho, marca presença luxuosa no Cine Teatro Oeiras, em Oeiras, ao sul do Piauí.

fotos/imagem: (divulgação)

E, em seguida, dia 14 de junho, é + música no Espaço Cultural Teatro "Maria Bonita", em Floriano, às margens do Velho Monge (o Parnaíba) que banha a Princesinha do Sul. É o Projeto Seis&Meia Interior, em franca expansão da canção brasileira de todas as estações estado adentro.

E, ainda dá as graças rock'n pop musicais, dia 16, no Festival de Inverno de Pedro II (que rola de 15 a 18 de junho), ao norte do estado.

Na cidade de Teresina, 12 de junho, às 18h30, no palco do Theatro 4 de Setembro cumpriu rito e rituais da profissão e repercutiu as memórias da canção e composições que lhe bem cabem. Um bom público, fãs de ontem e de hoje e uma repercussão que não tem faltado a nenhuma agenda do Seis&Meia.

fotos/imagem: (Carlos Anchieta)

Há quem diga que a voz estaria menor. Ninguém tem esse instrumento, natural, de ferro. É mesmo de carne, sangue, membrana, tecido e, envelhece como tudo, inclusive o mundo que, naturalmente, ganha ocaso. Também há os que dizem que foi tudo! Continua o mesmo, com os limites de quem tá pra lá de setenta. Mas um setentão da pesada. Um coroa da pesada pop rock. Morou broto?

Veio. Viu. Venceu + essa, às vezes de JCésar. Mas para que tudo acabasse bem, embora não tenha tão bem começado assim, contrapondo máxima de Shakespeare, houve algumas mudanças que concorrem também ao mundinho show biz.

Definido o artista Erasmo Carlos, depois da saída, pela tangente de Roberta Miranda, antes divulgada para junho, também se definiu a janela de atração local, Os Radiofônicos Broto, dentro, sempre, da linguagem que se aproximasse do artista, seria a Banda escolhida.

Mas houve uma exigência, segundo a coordenação de produção local, de que o artista preferia não ter ninguém tocando antes dele. Ora, pois, pois! Diria um velho e incrédulo português. Mas se o Projeto Seis&Meia, custeado com recursos públicos, seria à guisa de interesses do estado, que realiza as edições dos shows e convida os artistas.

Logo, se alguém tivesse que colocar "boneca", que fosse o estado, não o artista, haja vista poder haver sempre diálogos anteriores para esclarecimento da proposição do Projeto. O Seis&Meia, espelhado no exemplo do Projeto Pixinguinha, à medida que convida artista nacional, também e, especialmente, afirma que um/a local abre a noite, como forma de visibilizar, oportunizar, e vender a matéria nossa, o/a artista que dialoga com a atração nacional.

Sempre funcionou assim, ao longo de toda sua existência, então não se consolida ser diferente a caprichos de deuses, mudar a forma que sempre deu certo no Projeto Seis&Meia. Ruídos na comunicação. 

Depois desse primeiro momento, a permanência de um show, antes do nacional, teria que ser solo. Os Radiofônicos fazendo um solo, seriam um radinho de pilha, sessentão que fosse, fora da realidade artística da Banda local.

Então, para minimizar diálogos insuspeitos, mudou-se a atração local e entrou a Diva voz nova geração da noite musical teresinense, Soraya Castelo Branco.

Ela, a bela da cidade, com histórico de sambas bossa nossa e incursões por pop música, pop orquestra e canções que se nos fazem ser feliz, deu seu recado em cumprimento do papel de bem cantar e encantar, quando se abre show do Príncipe Tremendão, sua majestade Erasmo Carlos.

Tudo lindo, lindo, lindo! + uma etapa vencida e os ruídos da comunicação, poeira ao vento, desaparecem qual efeméride mergulhada na lagoa de Narciso, ou se quiser + licença poética, e continuar nos mitos, sobram insignificantes "(...) grãos de poeira sob as unhas dos deuses." (relembrando texto de Ades, em "Fúria de Titãs"[Clash of the Titans 2010, o filme). Ficam às memórias dos mundos paralelos show business que nada infligem mudanças no tempo dos olímpicos.

Todo mundo volta feliz pra casa. O público, a imprensa, os fãs, os aficionados, os determinantes e os determinados, a produção local, a nacional, a coordenação da produção local e toda as gentes direta, ou indiretamente, envolvidas no evento que marca a cidade e traz muita felicidade, diga-se de passagem, e soletradamente, quase desenhada, para que todos compreendam e não sobrem ruídos na comunicação.

Voltem todos realizados, ao conforto dos ninhos de gatos siameses sem saber onde fica Sião, aos nichos de cobras que engolem o sapo alheio, por diminuta ascendência a Júlio César imperator, aos escritórios de organização das felicidades de que ninguém abriria mão, nem que o sudeste virasse nordeste.

Que lição tirar da lição de casa, quando o assunto é vender melhor a prata da casa e rebrilhar o ouro que não seja de tolo, para nunca esquecer o Profeta e Pai do rock nacional: os mitos envelhecem e, não se estarreçam, morrem também.

A melhor estratégia é sempre descobrir que há + verdade em ser simples mortal pois, segundo a arqueologia cultural, os deuses do Olimpo foram guerreiros/reis/heróis/sangue dominadores que, n'algum momento da epifania, se auto proclamaram deuses a olhar os pares de cima para baixo, mas no fim com as mesmas, ou + agravadas falhas da natureza humana e mortal.

Simples, mas complicado, é ser simples, ser deus é fácil, mas os pés continuam da velha matéria caulim. Barro corroível e feito poeira às vaidades em combustão, sem consequente renovação como no mito de Fênix.

O Projeto Seis&Meia não é SeisÉMeu, SeisÉMeio, SeisÉDeles. É +, é só Seis&Meia. É uma limpeza, em destemida atenção à memória brasis da canção brasileira de todas as estações. É Brasil, gente! E arte não é latifúndio, é refresco e liberdade humanos.

E, quanto ao Seis&Meia, edição junho, mês dos Namorados, não feriu a memória do Projeto, revalidou + ainda essa inciativa que ganha interesse do Governo do Estado e Secretaria de Estado de Cultura do Piauí, em manter chama acesa, feito o fogo de Prometeu apreendido pela humanidade.

Éramos Seis. Erasmo Carlos&Soraya Castelo Branco, éramos + de quinhentos em embalo do rock'n pop do Príncipe Tremendão e das canções da Bela da noite.

Evoé, Projeto Seis&Meia!

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Parabéns pra Você!


Nossa Senhora do Amparo - 190 anos!
[ - 1827 - 2017 - ]
por maneco nascimento

Neste 13 de junho, comemora-se o Dia de Santo Antônio de Lisboa, santo padroeiro dos noivos e noivas e patrono dos casamentos, tradição da ibéria portuguesa que chegou ao Brasil pelas caravelas que acharam o Brasil.

Também neste 13, se abrem as comemorações dos 190 anos da instalação da Paróquia de Nossa Senhora do Amparo, na Galeria de Arte do Club dos Diários "Nonato Oliveira", com música e Exposição Fotográfica.

A partir das 18 horas, a recepção aos convivas será feita pela Orquestra Jovem Música Para Todos. 

E, às 19 horas, Abertura Solene da Exposição Fotográfica às Comemorações dos quase duzentos anos da Instalação da Paróquia de Nossa Senhora do Amparo.

A freguesia da Paróquia de Nossa Senhora do Amparo, instalada há 190 Anos representa, entre outros movimentos geopolíticos, sinais do início da construção social piauiense. 

A posteriori, veio fincar residência à nova capital, às margens dos rios que fizeram a mesopotâmia nordestina onde, definiu-se o começo das instituições ao futuro, àquele século 19, que seria enfim consolidada a capital da Província do Piauí, Teresina, plantada, em definitivo, no ano de 1852.
A instalação da Paróquia de Nossa Senhora do Amparo data de 1827 e, para este 2017 completam 190 anos de efetivada. Em seu eixo de contemporaneidade a Paróquia de Nossa Senhora do Amparo, através de uma Comissão de História e Pesquisa, realiza as comemorações dos quase duzentos anos de instalação da Paróquia e a cidade é a convidada de honra nessa hora dos festejos.

A Recepção Musical da Orquestra Jovem Música Para Todos (icsrita/Projeto Música Para Todos), acontece na entrada do Club dos Diários e a Abertura Solene da Exposição Fotográfica "190 Anos Instalação da Paróquia de Nossa Senhora do Amparo", às 19 horas, ocorre já dentro da Galeria de Artes "Nonato Oliveira".

Na Exposição, Memórias da cidade em flagrantes de paroquianos de Teresina e fiéis da Igreja Matriz e as imagens dos contextos que viram nascer e se definir a Paróquia que enleva o nome da Matriz testemunha do surgimento da cidade verde. 

O evento promovido pela Paróquia reúne o Padre José de Pinho e a Comissão de História e Pesquisa. Entre os membros da Comissão o professor e ator de teatro Paulo de Tarso Libório e a professora Cecília Mendes, ambos do quadro de aposentados da UFPI.

Serviço:
13 de junho
Galaria de Arte "Nonato Oliveira"
***às 18 horas
Recepção musical com Orquestra Jovem Música Para Todos
***às 19 horas 
Lançamento Exposição Fotográfica 190 Anos Instalação da Paróquia de Nossa Senhora do Amparo.
Entrada Franca.

fotos/imagem: (disp. móvel)

sábado, 10 de junho de 2017

Bem vestido

de Leitura rara.
por maneco nascimento
 [Na sobrecapa do livro O sol e o peixe, de Virginia Woolf, lemos em boa reflexão que não traz assinatura, escrita, provavelmente, pelo tradutor Tomaz Tadeu: E as nossas memórias? Como se formam? São realidade ou ficção? Retratos ou borrões? Um rosto refletido num espelho cristalino ou cacos coloridos num caleidoscópio? Que tem o lembrado a ver com o visto, ouvido e sentido? Que ruídos e interferências, mutilações e próteses, perdas e deformações desfazem o frágil elo entre o vivido e o lembrado? Não é sempre invenção o que chamamos de lembrança?(...) Lembremo-nos de que, segundo Ferreira Gullar, "a arte existe porque a vida não basta" (...)] ('Joca Oeiras e a Construção da Memória'. Brasília, dezembro de 2016 IN apresentação de "O Terno e o Frango... e outras lembranças recorrentes", pags. 13 a 17, por Edmilson Caminha)

fotos/imagem: (cidadeverde.com)

O prato principal do menu, Leitura.
O enredo, memórias e histórias que intangem segredos do passado presentificado como Obra de arte e literária à feição de material de muito boa monta. Livro, arte, palavra escrita, memória descrita, tempo de lembrar e, jamais esquecer. "O Terno e o Frango...", de Joca Oeiras.

Uma escrita recheada de sinceros sentimentos e pessoais. Textos concisos, capítulos enxutamente aplicados à boa técnica do escriba da pessoa escritor que se nos dispõe de dividir suas memórias e "baú de ossos". Das delicadezas em aplicação literárias e as (in)delicadezas e (in)confidências reveladas, sem qualquer remorso, ou reserva, pois que nada que possa indevidar o objeto que ganha sabor de muito bom exercício de leitura.

Do pai, [(...) Meu pai, aparentemente o mais sensível de todos, desenvolveu uma relação de absoluto (e um tanto absurdo) respeito pela mulheres. Mas se conto uma série de fatos que desabonam a imagem dele perante a minha própria pessoa, é justamente porque, no atacado, suas atitudes eram, como minha mãe sempre procurava ressaltar, fundamentalmente boas e justas. E eu gostava (e ainda gosto) muito dele e, na realidade, só lamento que ele nunca tenha podido, como faço agora, ajustar contas com o seu 'baú de ossos' (...)] (Oeiras. Joca. O Terno e o Frango... e outras lembranças recorrentes. Oeiras. Fundação Nogueira Tapety, 2017. 260 p.)

Da família de educação sentimental,
determinante, e, política, de expressão social do contexto de construção das cidades invisíveis e das visíveis no eixo São Paulo e a história social brasileira que marca governos, manifestação política, sociedade e recorte das melhores lembranças no limiar da história oral, que perpasse por Analle, e repercuta escafandrar a própria história e (re)contar história da construção memorial de Joca.

Da avó Bebeia, [(...) Nos últimos anos de vida, apresentava arteriosclerose. Suas alucinações, no entanto, nada tinham de depressivas. Era muito divertido vê-la surtando. Num balão de oxigênio vestido com um pano azul, viu, certa vez, uma mulher estranha olhando para ela.
- Qu'est-cette femme? Elle me regarde, disse para mim, baixinho, em francês, naturalmente, para que a tal mulher não entendesse (...)] (Idem. pag. 51)

As personagens da vida e da história,
do universo em derredor da família de Joca, marcam espaço ao tempo de Getúlio Vargas, o Partido Comunista Brasileiro, Luiz Carlos Prestes et al, e a militância política de esquerda familiar, entre outros dados ímpares, desse enredo recortado por Oeiras.

Da inconfidência  de tabu familiar, a história da avó paterna e "adultera", [(...) Já disse em algum outro lugar que só fiquei sabendo por ela de Otávia, minha avó adúltera - Beatriz falava, eufemisticamente, "acusada de adultério" - depois da morte de Papí (1903 - 1964) (...) Logo depois da morte do meu pai, isto é, depois de tomar ciência da história da vovó Otávia, ainda era, talvez, factível, buscar notícias do paradeiro dela... soube que o amante dela era um padre e houve quem dissesse que eles tinham se mudando para a África...] (Idem. pag. 46)

Da educação materna de avó,
entre outras pérolas, [ Eu devia ter uns dez anos quando entrei em uma briga  com um vizinho. Era maior que ele e bati mais do que apanhei (...)  A mãe, vendo o filho lesionado, bateu lá em casa para reclamar de mim para a minha avó. Depois que a mulher foi embora, minha avó me chamou, perguntando:
 - Por que você brigou?
- Ele me chamou de veado!
- Não precisava brigar por isso - disse ela - chamasse ele de urso ou de tigre...
Comovente ingenuidade!] (Idem. 52)

Da polícia política da ditadura sessentona, [(...) Num segundo depoimento, foi-lhe perguntado acerca do envolvimento do meu irmão, Antônio Mendes de Almeida Júnior, nas atividades subversivas do PC. Ao negar este fato, meu pai foi surpreendido por uma foto do meu irmão num curso de formação política ministrado pelo conhecido físico Mário Schenberg. Queriam que meu pai levasse meu irmão para depor. Meu pai e minha mãe resolveram que não haveria essa "levada" para o Dops (...) o médico poços-caldense Dr. Geraldo de Paiva, casado com a Ana Maria, irmã caçula de Beatriz, acolheu e, mesmo, escondeu o Paxá em Poços (...)] (Idem. 162)

Sobre escrever o livro, o autor revela
[A grande motivação que me fez pôr mãos à obra que você poderá ler nas próximas páginas foi, sem dúvida alguma, a descoberta que fiz da relação homoafetiva vivida por Beatriz, minha mãe, e sua companheira Mariúcha nos últimos 25 anos da vida dela. Então, não consigo ver sentido em manter qualquer suspense em relação a isso. Esse resgate emocional me é muito caro e o amor das duas amigas, cada vez me convenço mais, pode e deve figurar nas mais belas páginas da literatura romântica, exageros de filho e autor, obviamente, incluídos (..,)] (Idem. 20) 

"O Terno e o Frango... e outras lembranças recorrentes", de Joca Oeiras, um deleite de leitura eficaz para escrito definidor e imperativo de todo exercício de práxis criativa, com coesão e coerência, à eficiência de recepção, e com uma dose delicada de humor infactível. Leitura recomendável para quem exercita memórias e histórias da construção social brasileira.

Um doce deleite e um raro momento de imergir na pessoa das pessoas de Joca Oeiras e no delicioso devorar do menu - a la brasileira literária - que o autor nos apresenta.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Vai ser Formidável!

hoje, no "Genu Moraes"
por maneco nascimento

Hoje é dia de festa, comemorações, alegria, homenagens, encontros, diálogos necessários, ato de cena, Teatro, dramaturgias espelhadas em Obra editada...

Hoje é Dia de "Genu Moraes" e de todos os desdobramentos que circulam Cultura e Arte no Café Literário que leva o nome dessa dama da cidade, do jornalismo, da literatura e da vida em memórias de Teresina.

Há 2 Anos, direto do tonel das melhores memórias culturais da cidade, se inaugurava o Café Literário "Genu Moraes"

Local de festejar literatura, música, teatro, dança, leituras dramáticas, homenagens, livros editados e feitos à exploração pública. Estava selado o destino do Equipamento cultural às vezes da Literatura, especialmente.

Nesta segunda feira, 29 de maio de 2017, 2 anos após a Abertura, com pompas e circunstâncias artístico culturais, a Casa Theatro 4 de Setembro volta a festejar, com Lançamento a novos autores editados.

Ao tempo, comemora-se Genu Moraes e sua memórias de artista Formidável e tudo e todos que articulam, imprimem, exprimem, contam, fazem, cunham, cultuam Literatura.

Logo + à noite, às 19 horas, no Café Literário "Genu Moraes" serão laureados, em Obra editada pela Academia Piauiense de Letras - APL e Apoio cultural e financeiro da Secretaria de Estado de Cultura do Piauí - Seccult, ao "Teatro Sempre - Diálogo de Gerações".

13 Autores reunidos. 13 obras trazidas à curiosidade pública. 13 Falas distintas em linguagens e estética apropriada à dramaturgia brasileira de expressão Piauiense. 

As vozes sociais de autores dramáticos em repercussão a contextos, memórias, histórias e épocas que tratam de identidades e identificações carpintadas a atos teatrais.

2 Gerações de artistas da carpintaria literário dramática se encontram e dizem a que vieram, em seus discursos aos palcos, às cenas, à posteridade de escafandristas da arqueologia cultural do teatro que se nos representa.

Da Geração Pioneira, desde Jônatas Batista nascido no século 19 e com vida longa ao Teatro em inicio, meios e  desdobramentos do século 20, onde cresceu como artista da cena piauiense, até seus contemporâneos do terceiro quartel do século passado (20, nosso e recente). E os diálogos dos novos, da Geração Contemporânea, que seguiram carreira dos pioneiros.

***Geração Pioneira
I. Jovita, a Heroína - Jônatas Batista
II. O Pavão Misterioso - Benjamin Santos
III. A Guerra dos Cupins – José Afonso de Araújo Lima
IV. Circo Desmontado - Raimundo Dias

***Geração Contemporânea
V. Adoráveis Chifrudos - Carlos B. Filho
VI. Corpos no Gasômetro – Adalmir Miranda
VII. Diário de uma Feirante – Wilson Gomes
VIII. O Auto de Deus Pai- Siro Siris
IX. Eu não lembro- Jean Pessoa
X. Abrigo São Loucas – Arimatan Martins
XI. Pink O livro das memórias cor-de-rosa – Franklin Pires
XII. Casa Lenon – Para jovens especiais – Rodrigo Serra
XIII. As Divinas Mãos De Adam – Roberto Muniz Dias]

*****Então. Agende-se!
Só hoje, 29 de maio.
às 19 horas
no Café Literário "Genu Moraes"
Lançamento da Coletânea Autores Dramáticos Piauienses.
"Teatro Sempre - Diálogo de Gerações".

Das atrações artísticas:
***Leitura Dramática de "Jovita, ou a Heroína de 1865" (Jônatas Batista), pela Oficina Permanente de Teatro "Procópio Ferreira" e direção de Arimatan Martins.
***show Voz e Violão com Carlos B. Filho (um dos autores da Obra editada).

Você é o Convidado de Honra!

Faça essa Leitura obrigatória.
É Literatura Dramática Piauiense!

fotos\imagem: (livros e flores picollage: João Vasconcelos\ capa: disp. móvel)

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Cinema...

Vamos comer cinema!
por maneco nascimento

Neste finzinho de maio, a cidade é só cinema! 

De 23 a 25 já acontecendo, no horário de meio dia  (12 horas), no Teatro "Torquato Neto" (Clube dos Diários) o Festival do Minuto - Rede Exibição 2017.

Filmes selecionados do ano de 2016, as exibições são realizadas em + de 250 equipamentos culturais Brasil afora.

Teresina não poderia ficar de fora!


Já nos dias 26 (sexta) e 27 (sábado) de maio, a vez é da Mostra Sesc de Cinema, que também acontece no Teatro "Torquato Neto" (Club dos Diários), no horário noturno, a partir das 18 horas.


As duas agendas, FestUmMinuto (Festival do Minuto) e Mostra Sesc de Cinema, têm Acesso Gratuito.

Mais franco que isso, só se for outros FestFilmes, porque estas duas temporadas de exibição de cinema nacional tão de bom tamanho!

 Agora, confere ai o que vai rolar na Mostra Sesc de Cinema!
*11 filmes piauienses selecionados por uma comissão estadual de profissionais de audiovisual.

Os filmes participantes concorrerão nas Categorias: *Roteiro; *Direção de Fotografia; *Montagem

Saca a - programação -
****sexta (26 maio)
18h. Abertura do Lounge
18h30. Início Exibições - Longa metragem
**"Iluminar o Caminho", de Luciano Klaus.
20h. Lounge e Coquetel
****sábado (27 maio)
18h. Abertura do Lounge
18h30. Início Exibições - Curta metragem
**"Boas Vibrações Mergulho" (Classificação Livre)
**"Boas Vibrações - Rio eu te amo -" (Classif. Livre)
**"Deixa a chuva cair" (Classif. Livre)
**"Luz Clara" (Não recomendado para menores de 16 anos)
**"Sob o signo da solidão" (Não recomendado para menores de 14 anos)
20h. Intervalo com Lounge
20h20. Exibições - continua - curtas
**"Calafrio" (Livre)
**"A Ampulheta" (Livre)
**"Mar Vermelho" (Livre)
**"Start Doomer" (Livre)
**"Start Hudson" (Livre).
É, ou não é tempo de cinema!

Serviço:
***Fest1Minuto
23, 24 e 25 maio
***Mostra Sesc de Cinema
26 e 27 de maio
- no Teatro "Torquato Neto"

Acesso Gratuito!

fotos\imagem; (divulgação)

terça-feira, 23 de maio de 2017

Estreia Teatro

é no Terças da Casa!
por maneco nascimento

O Projeto Terças da Casa, na edição do Terça Teatro abre + uma pauta ao Teatro brasileiro de expressão Piauiense. Dessa feita, a agenda abraça a estreia da nova montagem do Grupo Mosay de Teatro, capitaneado por Avelar Amorim.

Nesta noite de 23 de maio, às 19 horas, no palco do Theatro 4 de Setembro, as falas e discurso de humor e histrionia cáustica ganham a pena e a lei (in)discretas do texto avelaramoriniano.

Depois da vida útil de "Casimira Quietinha", com direção de Amorim, para texto de Waldilio Siso, o ator, autor, artista visual (e professor idem) investe em dramaturgia autoral e, +
uma vez incursiona pela arte da direção de cena.

Avelar Amorim, se guardasse "morrinha" das memórias Moura Torta a que todo anjo decaído guarda como herança do éden fabuloso, talvez, e só talvez, não tivesse conseguido alçar o saldo do guapo encantador. Mas o destino das fábulas e lendas intempéries guarda + segredos e soluções que interditos a quem ouviu, pelo menos falar, do fogo de Prometeu. E o artista soube cunhar a própria mora. 

É dessa fronteira de buscas, curiosidades, ousadias premeditadas e conhecimento da távola das descobertas que se cunha um nome. Avelar sabe disso e não perdeu o porto de origens  nas viagens empreitadas e as respostas estão pululando na aldeia, de onde nunca se sai de verdade, para um bom entendedor de Gaudí.


Amorim investe em texto dramático, às sempre vezes de frescor cômico e farsesco peculiar, e vai para a galeria das recepções livres ao se nos apresentar "A Gaiola Vermelha", em que subtitula ou arregaça pensamento alto, escorregadio do gênesis das pequenas maldades lançadas aos outros: "eu bebo leite e tu bebe lama..."

A montagem com dedão indicador de Avelar se encaixa na classificação a 16 anos e, aos + maduros que ruborizarem com as tiradas de Amorim, que durmam com essa. Pois está na plêiade de suas muito comuns expressões; "Vinga!"

A arte criação que apresenta para "A Gaiola Vermelha" e que inspira virtuose de ilustrações ao cartaz, vende bichano, bem-te-vi ou sabiá, ovo gourado em vermelho e um inspetor narigão que sensualiza chocar um pintinho voltado ao leste.

Entrecruza um mapa basilar cor-de-rosa, com vias transversais, e + cores quentes e neutras compondo paisagens entre o infante e o profano das extremidades humanas.

É nesta terça, 23 de maio,  às 19 horas, no Theatro 4 de Setembro, em única apresentação, a estreia de "A Gaiola Vermelha", dentro do Projeto Terças da Casa - Terça Teatro.  O Terças da Casa é uma realização do Governo do Estado e Secretaria de Estado de Cultura do Piauí, com logística de recepção do Complexo Cultural Club dos Diários\Theatro 4 de Setembro.

Texto e direção artística de Avelar Amorim e montagem do Mosay de Teatro, espetáculo novo no prelo, é "A Gaiola Vermelha"!
.
Serviço:
Ingressos: R$ 10,00 (meia)\ R$ 20,00 (inteira)
Informações: 3222 7100

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Evoé, Júlio Romão!

2017 - Ano Júlio Romão.
por maneco nascimento

A ideia original de não deixar passar, em esquecimento, os 100 Anos de Júlio Romão foi do artista visual e publicitário Paulo Moura e sua oficina de reinvenção de cultura (irmãodeCRIAção)...

depois foi somando forças com o Complexo Cultural Club dos Diários\Theatro 4 de Setembro; Grupo Harém de Teatro, Élio Ferreira, Aci Campelo; Academia Piauiense de Letras - APL, Secretaria de Estado de Cultura do Piauí - SeCult, Universidades piauienses e os amigos e apaixonados pela Obra, pela vida e pelo homem que é Júlio Romão da Silva.

Agora já é + que realidade. É o real que toma forma no dia de hoje, 22 de maio de 2017 e segue em ações até 22 de maio de 2018, fechando comemorações do Centenário do intelectual, pensador, poeta, escritor, geógrafo, historiador, contador de memórias imperdíveis, artista carismático, combativo da vida improdutiva e senhor das suas letras e criações indispensáveis.


Durante as comemorações do Ano Júlio Romão haverá atividades para:
* Lançamento do "Selo Júlio Romão"; 
* o Relançamento da Obra "Júlio Romão: entre o formão, a pena e a flecha", organizada por Élio Ferreira e Aci Campelo; 
* Leitura encenada da peça "Mensagem do Salmo", pelo Grupo Harém de Teatro;
* Realização de Seminário Nacional sobre Júlio Romão e sua Obra;
* estreia do Balé "Monólogo dos Gestos", com coreografia de Sidh Ribeiro;
* ações em escolas públicas municipais que dialoguem com o artista e sua Obra;
* Palestra\Diálogos sobre a Obra e o autor Júlio Romão, com as participações da Academia Brasileira de Letras - ABL, Academia Piauiense de Letras - APL, Theatro 4 de Setembro, entre outros convidados.

Até que esse ano de Centenário se complete, toda a cidade, o estado, o país falarão, lembrarão, pensarão, discutirão a personalidade Júlio Romão e toda a extensão de sua fortuna crítica de arte e expressão criadora para a cepa do artigo cultural brasileiro.


Já estamos em plenos pulmões e o barco de vento em popa festeja: Evoé, Júlio Romão!

*****sobre o Autor:

Premiado 3 vezes pela Academia Brasileira de Letras, em três campos de seu lavor incansável e pensamento arguto, pela Poesia, o Teatro e a Etnografia, o gênio Júlio Romão da Silva é escritor consagrado.
Um brasileiro de expressão piauiense extraordinário aos espelhos de identidade como em José do PatrocínioLino GuedesAbdias do Nascimento e Ruth Guimarães.
[Júlio Romão da Silva é autor do bíblico e clássico  A Mensagem do Salmo, poema dramático adaptado para o cinema mexicano. Jovem, na década de 30 do século passado, Júlio Romão da Silva mudou-se para o Rio de Janeiro. Trabalhou na imprensa carioca, escrevendo para a revista O Malho e para os jornais Diário de Notícias, Jornal do Comércio e Correio da Manhã. Formou-se em Letras e em História e Geografia pela Faculdade de Filosofia do Rio de Janeiro, em 1952. Pertence aos quadros da Sociedade Brasileira de Geografia e da Associação Brasileira de Geografia.
Conviveu com grandes escritores brasileiros, na chamada época de ouro de nossa literatura pós-30. Júlio Romão da Silva fez-se conhecido no Rio, tanto que possui uma rua na cidade maravilhosa com o seu nome, no Méier, bairro tradicional da zona norte. Detém, também, os títulos de cidadão carioca e fluminense.
Ainda no Rio de Janeiro, participou da fundação do Teatro Experimental do Negro, influenciado pela negritude oriunda da França, ao lado de medalhões como Abdias do Nascimento, Ruth de Souza e Stella LeonardosJúlio Romão da Silva esteve inserido no movimento do Teatro Popular e na organização da Orquestra Afro-Brasileira (...)] fonte: (Diego Mendes Sousa\\http://www.proparnaiba.com/artes...)
Voltou a residir em Teresina até sua morte. Recebeu posse na Academia Piauiense de Letras e também o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal do Piauí.
De sua autoria, as pérolas: Os  Escravos (1947); Golpe Conjurado (1950); O Monólogo dos Gestos (1968); Zumbo Zumbu ( 1969); A Epopeia Brasileira (1972); José, O Vidente ou AS Videiras do Faraó (1974); dentre outras criações.

fotos\imagem: (reprodução\  marleide lins\ netto picinez)

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Leio, logo resisto.

Leituras d'A Hora do Ângelus
por maneco nascimento

O Projeto do Coletivo Piauhy Estúdio das Artes é para 22 Leituras Públicas que, iniciadas dia 02 (terça feira) de maio, seguem até dia 31 de maio (quarta feira).

A proposta de Leituras de textos selecionados reúne atores e atrizes do Piauhy Estúdio das Artes e artistas convidados da cidade.

"A Hora do Ângelus" Uma Poética de Paz para Teresina. "Vinte e duas leituras públicas durante o mês de maio", realizadas da sacada (janelas) do Theatro 4 de Setembro, sempre no horário das 18 horas (Hora da Ave Maria).

Poetas, dramaturgos, intelectuais, compositores, ativistas dos Direitos Humanos, artistas das falas e vozes sociais que inquietam-se e definem que a humanidade sempre pode ser melhor. E, através de suas letras, feito pregoeiros dizem que "alguéns acordaram bem cedinho e vieram do último subúrbio trazer o leite fresquinho e mais alvo da melhor vaca, para todos criarem força na luta brava da vida...", parafraseando Drummond. 

Um alimento, que atende pela palavra e pena da lei de (des)ordem e sobrevivência dos dias que cercam homens e cidades de inquietudes e conflitos humanos, é que gira na roda das fortunas críticas e legados literários revisitados, através das Leituras Públicas d'A Hora do Ângelus que têm movimentado as tardinhas literárias descidas das janelas do 4 de Setembro e encontrado o transeunte contumaz da hora das 6.

Carlos, Racionais, Torquato, Paulo, Dobal, Cecília, Marina, Esperança, Vinícius, Martin, Paulo, Clara, Gullar, Bertolt... nomes de não anônimos que volatizam arte nas vozes de intérpretes que lançam as falas dos Poetas aos anônimos que cruzam a Praça Pedro II, aos motoqueiros em comboio que rompem o trecho da rua senador Teodoro Pacheco (passeio\calçada do Theatro), aos que passam e olham pra cima e param e escutam e seguem, ou ficam até concluir-se a performance, que chama a atenção de quem circula bem em frente ao Theatro 4 de Setembro.

(Leitura Pública de 02 de maio, Silmara Silva. Texto, "O desaparecimento de Luísa Porto"\Carlos Drummond de Andrade// fotos\imagem: Deusa Sofia)

Já Emprestaram suas Falas, *Carlos Drummond de Andrade ("O Desaparecimento de Luísa Porto"); *Racionais MC (Desafio à Vida); *Torquato Neto ("Prefácio" e "Do Alto, Ao Entardecer"); *Paulo Machado ("O Anjo Proscrito"); *H. DOBAL (Poema / El matador ); *Cecília Meireles (Liberdade); * Marina Colasanti (Eu sei, mas não deveria)\ *Esperança Garcia (Carta ao governador da Província do Piauí, Gonçalo Lourenço Botelho de Castro, denunciando os maus tratos sofridos por ela, seus filhos e companheiras, datada de 06 de setembro de 1770.)\ *Vinícius de Moraes (Minha Mãe); *Martin Luther King ("Eu Tenho Um Sonho" - / *Paulo Cesar Pinheiro (Canto das Três Raças - imortalizado na voz de Clara Nunes); *Ferreira Gullar... Bertolt Brecht... *Chico Buarque (Geni e o Zepelim); *Renato Russo\Legião Urbana (Pais e Filhos)...
(Leitura Pública de 16 de maio, Érica Anunciação. Três poemas de Bertolt Brecht// fotos\imagem: Adriano Abreu)

Intérpretes correspondentes às Leituras Públicas, Silmara Silva, Állex Cruz, Deusa Sofia, Carlos Aguiar, Adriano Abreu, Érica Anunciação, Matheus Paiva, João Vasconcelos, Waldfran Soares...

E a vida segue por Poesia, Paz, Teatro, Cena para a Praça Pedro II, Leituras das janelas do 4 de Setembro, A Hora do Ângelus Uma Poética de Paz para Teresina. 

+ uma ação de Ciclo de Leituras Dramáticas IN Coletivo Piauhy Estúdio das Artes & Convidados, sob a coordenação de Adriano Abreu, produção de Abreu e Silmara Silva e Apoio cultural do CCCDiários\Theatro 4 de Setembro.

Nesta quarta feira, 17, tem +!
às 18 horas em ponto.
"A Hora do Ângelus Uma Poética de Paz para Teresina"

Compareça pra gente ver!

Poesia pura!

É na Roda de Poesia.
por maneco nascimento
Eles e Elas são da Poesia e da Prosa poética, feito métrica, livres e versos para esfinges reinventadas, pés inchados em falas modernas aos pincéis de Portinari, Di Cavalcanti ou Abaporu(s), de Tarsila. 
Arte, obra, falas, vozes, poéticas e verve de tradição em iminente ruptura contemporaneamente 21.
imagens: (O Lavrador de Café, Portinari 1934\ Colonas, Di Cavalanti 1940\ Abaporu, Tarsila 1928)
São Poesia em novidades de ciranda, de Roda, de "Roda de Poesia Tensão, Tesão &  Criação" e, como mesmo se vendem bem, olha como dizem da própria história...
[Há mais de dois anos realizando ações poéticas a partir de Teresina, o Coletivo Tensão, Tesão & Criação inicia nova temporada e realiza mais uma Roda de Poesia na praça Pedro II / Café Art Bar, na sexta-feira, 19 de maio, a partir das 17:38h, com sarau, feira, lançamento de livro e pocket shows. Programação totalmente gratuita. Espaço e público para a poesia contemporânea brasileira feita no Piauí.]
Para os novos Poetas, dinamiza-se um toque de resistência e incentivo à economia criativa. Saúdam uma trincheira de resistência artística e devotam a necessitam de se ter espaços para a Poesia contemporânea e suas questões. Espaço do Ágora onde o público possa ouvir, recitar, encontrar autores e acessar produtos artísticos e criar laços pela Poesia.
É, num cenário literário e centro histórico (a P2) um possível ambiente de encontros e plataforma de surgimento de novos artistas da Poesia. Centro da cidade, na Praça que é de toda a gente onde quem quiser pode ver, ouvir, escutar as vozes poéticas. 
Segundo o coletivo de artistas, é uma batalha coletiva e define ação política, "O centro não é só comercial, é também cultural espaço a se ocupado mostrar o centro, suas implicações e subjetividades do centro da cidade. Uma ação coletiva, colaborativa e independente, de escritores e produtores culturais com intuito de firmar espaços de vivência, apresentação, exposição, conexões e debate sobre a poesia contemporânea brasileira feita no Piauí. Mais um construir de pontes poéticas em Teresina. Participativo. Microfone aberto".
O Roda de Poesia, feito brincadeira de roda em que cada partícipe tem seu tempo de colaborativo na ação dinâmica e continuada. "Quando a poesia sobe ao palco vira festa regada a sonoridades, onde pulsa o fazer e recitar poético. Um encontro. Mostrar trabalho, dividir momentos, compartilhar. Uma ação social, movimento que se importa com a cidade", fala a voz que clama nesse "deserto" urbano que se têm tornado as cidades visíveis aos olhos nus e quase cegos da falta de enxergar.
O Projeto poético realizou a primeira edição, em 21 de agosto de 2015 e, desde então tem possibilitado conexões entre gerações, linguagens e cenários artísticos variados, sempre na perspectiva de ajuntar, em um mesmo ambiente, variados artistas. O processo contínuo gera a fomentação do produto artístico e literário de casa. 
O testemunho é de que a Vontade de fazer é muito maior que as condições e o desempenho credita na arte impulsionada e, por conseguinte, aproxima-a das pessoas. "Alcançar leitores e transcender públicos. Criar espaços e conexões. Uma possibilidade de variados públicos circularem no mesmo ambiente", declara o Coletivo. 
A Programação começa no finalzinho da tarde. É Feira de arte e cultura poético literário que abre à produção e circulação, impulsiona e incentiva a economia criativa, em fortalecimento do produto independente.
Às 17h38 dá-se o tempo do Roda de Poesia, em que ocorrerão publicações e escambo da arte do artista que ali se expõe. Objetos de arte do Coletivo Acrobata, Edições Kizumba Zines; Livros de Ananda Sampaio, Eduardo Prazeres, Revista Revestres, Quinta Capa HQ; além dos sebos Gengiva, Rayo, Óvnis e outros produtos artísticos como desenhos, ilustrações, vinis e flautas correm livre na Feira.
Na parte musical, pocket shows de Estaka Zero, com Leo Rouse, Gavial e David Garcia. O trabalho dos músicos e compositores percorre influências biz da psicodelia dos anos 70, entre o rock, o brega e o samba do morro.  
E, para encerrar a noite, Brabos Cocais intima a todos a continuarem na viber. A Banda afia psicodelia nordestina que (de)canta sobre o íntimo, em exploração de visões que o som traz. Atraem falas ao regionalismo e à vastidão que é a vida que se nos pega pela cabeça.
Então, já sabe. "Roda de Poesia Tensão, Tesão & Criação" é nesta sexta feira, 19, na Praça Pedro II, às17h38. O bat canal tá aberto, agora é só super ativar liberdades e ousadias criativas e gerar Poesia!
fonte: João Pimentel
fotos\imagem: (divulgação)

terça-feira, 16 de maio de 2017

Terça Música

é no Terças da Casa
por maneco nascimento

O Projeto foi pensado pela coordenação do Complexo Cultural Club dos Diários\Theatro 4 de Setembro e, já rompeu os anos de 2015 e 2016, com edições super pop exaltação.

Nesse 2017 já houve edições de Teatro (com estreias), Dança e agora ocupa a cena a Música.

Elaborado para criar + circuito para divulgação, visibilidade e ocupação de espaço à arte aqui construída o Projeto Terças da Casa tem três variantes para espetáculos que acontecem a cada terça feira de cada mês.

O Terça Teatro, O Terça Dança e O Terça Música 3 em 1 são as variáveis do Terça da Casa. Os artistas, atores e suas companhias de Teatro; os bailarinos, coreógrafos e suas cias. de Dança e os cantores, compositores, músicos com suas trupes de instrumentais e sons e criações se inscrevem no Projeto Terças da Casa e agendam uma data que possam demonstrar sua arte.

Um espetáculo de Teatro, um de Dança e um show Musical ocupam a primeira, terceira e quarta terça feira de cada mês. A segunda terça feira sempre prioriza agenda ao Projeto Seis & Meia.

Como funciona a logística de atuação e parceria entre o Complexo Cultural e o(a)s Artistas da cidade? Da parte do CCCDiários\Theatro 4 de Setembro ficam liberadas as taxas de ocupação do Theatro. O lucro da bilheteria é todo invertido aos que se apresentam na agenda. A Casa apoia com toda a infraestrutura disponível e ampara na divulgação.

Do(a)s artistas, a contrapartida seria dobrar na campanha de divulgação, haja vista o retorno de bilheteria lhes caber. E, criar margem para fazer valer o crédito que a Casa devota à parceria criada. Considerando o público, em potencial, que cada artista teria, lotar o Theatro não seria tarefa hercúlea, só movimentação e interesse de quem agenda seu evento contido no Projeto.

Tem dado muito certo. Estreias de espetáculos de Teatro e de Dança, shows bem badalados e uma memória construída e a história se amalgama pelo que deve ser de arte e cultura da produção artística local e rica, que a cidade se nos apresenta. Como diz um colega da cena: vinga muito!

Nesta terça, 16 de maio, o tempo será de samba. O projeto que ocupa o Terças da Casa - Terça Música é o "Piauí Samba Compositores". Idealizado e produzido por Robert Gleydson, um dos sambistas nova geração de Teresina, inspira reunir compositores, sambistas e realizar shows e documentar o produto dessa gleba do samba.

Hoje, no Theatro 4 de Setembro, às 19 horas, faz as vezes de bem cantar a intérprete Soraya Castelo Branco, que dará voz à canção brasileira, em sambas bossa nossa, aos sambas Bossa Nova da também cantora e compositora Fátima Castelo Branco.

Uma boa voz e suavidade, em performance luxuosa, acompanham a Intérprete que terá um cabedal de belos sambas e acordes e melodias que andejam pela discreta e criativa pauta composicional de Fátima CBranco. Não há quem não queira ouvir, ou não tenha se embalado ao som de sinais de bambas que revelam bons sambas da compositora piauiense.

Então é só conferir. "Piauí Samba Compositores". Soraya Castelo Branco Canta Fátima Castelo Branco. Nesta noite de 16 de maio, às 19 horas, no Projeto Terça da Casa - Terça Música.

Os ingressos, disponíveis na bilheteria do 4 de Setembro a R$ 10,00 (meia) e R$ 20,0 (inteira).

Só não vai quem já mordeu a hora de não + sentir a força da canção brasileira que por aqui faz morada e embala todas as estações.

Salve o Samba bossa nossa!

fotos\imagem: (divulgação)

1 Minuto!

FestMinuto 2017
por maneco nascimento

Nos próximos dias 23, 24 e 25, Teresina recebe o Festival do Minuto, através de sua Rede de Exibição, que percorre o Brasil, levando a magia e técnica e ousadia e ciência cinematográfica e arte e talento e criatividade que ativam uma câmera, luz e ação.

Serão exibidos, em todo o país, filmes selecionados durante todo o 2016 e, que, chegam aos + de 250 pontos de cultura, em Mostras do FestMinuto.

Recebem o Festival Pontos de Cultura e Equipamentos culturais, entre cineclubes, escolas, museus, bibliotecas, centros culturais et al.

Os Conteúdos selecionados pela curadoria do Festival revelam a produção audiovisual independente que se expressa em todo o rincão brasileiro, o produto finalizado de uma "fita", um filme, um vídeo, uma arte de fotografia em movimento.

Neste 2017 acontecem três Mostras especiais, em que variam, um pouco, aos principais temas impulsionados pelo Festival, ano passado, como Mapas Sonoros da Cidade e o Fazer Cinema.

A ver: 
***** Melhores Minutos de 2016 (tema livre, 52 min.). Vídeo com abrangência de diversos assuntos e técnicas e que passam pela câmera do celular, animações, vídeo arte e outros.
***** Mostra Universitária (tema livre, 24 min.). Produtos realizados por estudantes e professores.
***** Mostra Animação Infanto Juvenil (tema livre, 20 min.). Resultados de animações lúdicas direcionadas ao público + novo do Festival. As técnicas de 3D e stop motion estão entre as aplicadas.

De 22 a 28 de maio, as cidades e os + diversos espaços preparados à exibição de filmes somarão os 250 locais já confirmados a virar uma telinha de cinema.

Então, já sabe, o Festival do Minuto que explode todos os anos, quando realiza sua Rede de Exibição ao redor do Brasil, também acontece nesse maio de 2017, logo ai, bem pertinho de você. 

Em Teresina, as exibições serão sempre ao meio dia (12h), no Teatro "Torquato Neto" (CCCDiários\Theatro 4 de Setembro, dias 23, 24 e 25. 

E,  aviso aos amantes do cinema! A Entrada é Franca!

Você saca o Festival do Minuto?

[Criado no Brasil em 1991, inspirou a criação de festivais do minuto em mais de 50 países. Neste anos recebemos mais de 50 mil vídeos minutos dos 4 cantos do planeta. 

A partir de 2007, o Festival tornou -se permanente e online, passando a realizar inúmeros concursos no decorrer do ano. Offline, o Festival é exibido em mais de 400 equipamentos culturais de mais de 100 cidades brasileiras, é a já tradicional rede de exibição do minuto, quando exibimos os melhores minutos do ano anterior.

Em nosso acervo, contamos com vídeos de diversos atuantes realizadores e artistas: Carlos Nader, Anna Muylaert, Fernando Meirelles, Beto Brant, Tata Amaral, Kiko Goifman, Walter Carvalho, entre outros.fonte: (Festival do Minuto\Rede de Exibição 2017)

Serviço:
Exibições em Teresina.
No Teatro "Torquato Neto"(CCCDiários\Theatro 4 de Setembro)
Dias - 23, 24 e 25 de maio
às 12h(meio dia)
Acesso Gratuito\Entrada Franca.
Saber Mais:
www.festivaldominuto.com.br
redeminuto@festivaldominuto.com.br

fotos\imagem: (divulgação)