segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Resistirmos...

Dança é Resistência.
por maneco nascimento


O Poeta escreveu: "Existirmos, ao que será que se destina..." muitas portas se abrem à inquirição e tantas outra revelam mais novidades contextuais. Quando o assunto é Dança, há quem resista porque é da natureza da Dança resistir e definir as memórias do Corpo.

Em tempo de resistência, a Dança Piauis também guarda suas cartas na manga e joga cena em corpos falantes no espetáculo "Resistência", que  se apresenta nesta terça feira, 16 de janeiro, no Theatro 4 de setembro, às 19 horas.
(arte visual Avelar Amorim//\\Val Santos por @tuasfolhasdeoutono)

"Resistência" traz um trabalho de intérpretes-criadores e reverbera memórias, experiências e histórias de dois coreógrafos e bailarinos piauienses. Beth Báttali, de Teresina, e Valdemar Santos, de Amarante, ao sul do Piauí. 

Os artistas se reencontraram para dar visão a um laboratório que já vinham maturando e trocando ideias, desde que podiam, quebrando as distâncias que os separaram no último ano corrido. Ela continuou na cidade de Teresina criando e Val Santos partiu para Brasília, onde foi marcar o Planalto Central com suas vozes do corpo. 
fotos/imagem: (Luna)

Nessas férias de janeiro de  2018, o desafio dos criadores seria aliar Dança em reencontro. Reuniram suas memórias afetivas e experiências trocadas no tablado da criação e repertório adquiridos e pariram a quatro mãos, dois corpos falantes e um universo conspirado ao ato cênico de Dança, a montagem "Resistência".
fotos/imagem: (Luna)

Comemorar parceria na linguagem da Dança, já que começaram juntos a desvendar os mistérios do corpo, lá no bairro Dirceu Arcoverde, onde também foram responsáveis pela criação da Cia. Equilíbrio e, a posteriori, a Opeq, Organização Ponto de Equilíbrio, que durou bons anos frutificando dança. Nesse novo trabalho que os reúne, de novo, festejam a arte que os faz fortes, resistentes e celebram "uma parceria que muito deu certo, por tantos anos na dança", declara Val Santos.

No processo criativo discutem os laços fortes que os ligam, que os tornam sempre perto, mesmo que hajam distâncias geográficas os separando. 

Foram quatro ensaios, "sete, oito, para celebrar como resultado essa parceria resistente, constante sobre o que estamos escrevendo na partitura de nossa vidas e dança que vivemos. Os textos que falam a nossa dança revelam a satisfação de estarmos juntos", finaliza Santos.

O espetáculo que estreou na última sexta feira, 12, no Memorial "Esperança Garcia", faz também sua estreia no Projeto Terças da Casa - edição Terça Dança, nesta terça feira, 16 de janeiro, às 19 horas, no palco do Theatro 4 de Setembro.

Serviço:
Terças da Casa - Terça Dança
espetáculo "Resistência"
com Beth Báttali e Val Santos
16 de janeiro
19 horas
Theatro 4 de Setembro

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Nota 7!

no [dez]curso da Estrela!
por maneco nascimento

A noite de 20 de dezembro de 2017 abriu nova perspectiva para grandes espetáculos a céu aberto, com temática de Natal, no palco de naturezas culturais que é o Parque da Cidadania.

Naquela noite, num assomo de público que acorreu àquele local para seguir a Estrela de Natal, deu-se o espetáculo Musical realizado pela AndaLuz Iluminação, com patrocínio do Grupo Carvalho, através do Siec e Governo do Estado.

Numa parceria com o Instituto Trama Cultura, Projeto Música Para Todos[icsrita], FCMC/PMT, Governo do Estado/SeCult, Grupos de Teatro "Mulheres de Aço e de Flores" e "Espelho da Realidade"[reeducandos de Presídios - SeJus PI], Fundação Antares Rádio e Televisão, TV Club, site EntreCultura, Rádio e TV Assembleia, FM Cultura, Paulo Moura[irMãodeCriação] e as pessoas de Miro Freitas, Humberto Coelho, Mel Telles, Valdsom Braga, Cláudia Simone, Plínio Oliveira, Adelane Carvalho e Romero Saboia, deu-se o Milagre do Natal.

Depois de uma espera de um pouco mais de uma hora, o público pacienciosamente espectador pode, por fim, assistir ao espetáculo que para ali havia sido prometido com os proclamos de festas natalinas.

"Siga a Estrela - Natal da Cidade", com texto de Franklin Pires; direção geral e produção de João Vasconcelos; direção musical, regência e voz de Plínio Oliveira; assistência de direção de Valdsom Braga e figurinos e caracterização de Bid Lima fez-se luz.

Como prólogo ao espetáculo, as falas oficiais que reuniram o representante do Grupo Carvalho, o senhor Renato; o Secretário de Estado de Segurança Pública, Daniel Carvalho, e o Secretário de Estado de Cultura, Fábio Nuñez Novo.

Na ordem de prólogo, o show em aparte às menções de Natal, conspirado pelo Cantor da Paz, o paranaense Plínio Oliveira. Canções reflexivos temáticas culminaram seu momento de brilhar e corroborar como "prisão" de espera para ver a dramatização do nascimento do Menino Jesus.

Após um carismático show man gospel reinvenção, a cena dramática com companhia luxuosa do Coral Infanto Juvenil Música Para Todos e Orquestra Jovem Música Para Todos, teve efeitos de opera soap natalina e revalidou a própria tradição de reinventar teatro a cena aberta.

Os Coletivos músico-vocais que entremearam o enredo dramático, também foram luz e cor melódicas à performance hollywood biz de Plínio Oliveira. Phd 7 à terra anunciada em musicalidade e sons e vozes exaltação do Cantor da Paz e seus interlocutores vocais.

Da narrativa dramática, propriamente, um exato propósito de encenação de rapazes e moças, reeducandos/as dos Presídios Masculino "Irmão Guido" e Feminino de Teresina, respectivamente, Luz e Espírito de Natal indispensável na corrente de bem contar a história.

Cada um e uma do elenco inclusivo-dramático deu-se por inteiro e obteve recepção calorosa da plateia que aplaudiu em cena aberta.

Estava instalada a melhor memória de teatro em grande estilo a Autos de Natal e estava inteiro um elenco que dispensou o dublê da vaidade. Cenas impactantes e de encanto, a Aparição do Anjo Gabriel, do alto de uma grua, e a passagem de Maria sobre o burrico e José que a seguia.

Aliás, os animais artistas foram permissão licenciada à poesia dramática, com muito carisma e concentração na história. O cabrito, amigo do Pastor da Boa Nova, e o burrico marcaram 10 pontos e convergiram em êxito mágico, aliados aos atores e atrizes que recontaram a história do Natal.

Mais que o milagre da cena posta, o milagre dos peixes em forma de público que acorreu ao encontro com a Estrela brilhante do espetáculo apresentado. Ali, pais, mães e crianças de colo e independentes, jovens, adultos, idosos e um mundo de curiosidade expectativa interagiram quente com a encenação.

Os familiares de reeducandos que vieram conferir a obra de seus filhos e filhas, estes, feitos intérpretes do Natal trouxeram mais alegria ao corpo do elenco feliz. Havia reeducando que não via a família há mais de dois anos e a Estrela do Natal obrou o Milagre de reaproximá-los. Esse, o maior Milagre da noite, dentro do turbilhão de emoções contidas no "Siga a Estrela - Natal da Cidade".

As pérolas, a mis-èn-scene do Corpo do Coral Infanto Juvenil que ilustrava a musicalização com a alegria de ser criança e ser artista representativo; a passagem poderosa da cantora lírica Adelane Carvalho ao interpretar "Ave Maria", de Gounod, foi tempo ímpar. O Anjo, Maria, o Pastor, Herodes, os Reis Magos, José, enfim todo o elenco de reeducandos/as fez-se arte em plena convicção de amar a cena.


A cantora Cláudia Simone que interpretou "Romaria", de Renato Teixeira, durante a marca do Presépio, também cumpriu muito bem seu ofício de bem cantar.

Ela e o regente Plínio Oliveira, num deslize de desefeito estético, quebraram o protocolo e, em meio à cena da confraternização do nascimento do Menino Jesus, trocaram elogios e a cantora aproveitou para elogiar seu patrão, Luís Sá e o Secretário de Cultura, Fábio Novo.

No desvio da ação dramática, cometeram uma falha trágica na cena, diria-se numa metáfora de ato fora do Ato e da cena ensaiada. Essa desAção cênica quase deslinda toda uma magia que se vinha construindo entre artistas e plateia, durante toda a narrativa até ali.

Depois desse desvio da conduta cênica, foi recuperado o espetáculo de Natal e o "Siga a Estrela - Natal da Cidade" concluiu a conspiração do universo voltada ao Ato dramático ali encenado.

Parabenizar as Instituições, artistas, reeducandos, músicos, cantores, coralistas, equipe técnica e toda a empreitada de parceiros que facilitaram um nobre feito à cena teatral piauiense que se nos foi apresentada e desfiou ritos e rituais e passagem de interação estética,  entre arte e público que, fascinado e envolvido, ficou até o fim, mesmo com a sutil ameaça de chuva, que não chegou, graças ao Espírito de Natal ali consignado.

Evoé, Artista da cena ampliada!
Asé, Estrela de Natal que guiou plateia curiosa e atenta até o campo dramático de "Siga a Estrela - Natal da Cidade"

fotos/imagem: (Fábio Novo)

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

O macaco nem sempre tá certo

erra... 

por maneco nascimento

A falha é de humanos e sapiens, humanoides, macacos e outras variações dos que perderam o pelo, mas, por vezes, menos achada a melhor razão para ver além do mito das cavernas imergidas no
próprio umbigo.

"(...) A fofoca normalmente gira em torno de comportamentos inadequados. Os que fomentam os rumores são o quarto poder original, (...) Mas a característica verdadeiramente única da nossa linguagem (...) É a capacidade de transmitir informações sobre coisas que não existem. Até onde sabemos, só os sapiens podem falar sobre tipos e mais tipos de entidades que nunca viram, tocaram ou cheiraram. Lendas, mitos, deuses e religiões apareceram pela primeira vez com a Revolução Cognitiva (...) Essa capacidade de falar sobre ficções é a característica mais singular da linguagem dos sapiens."
          (Harari, Yuval Noah. Sapiens - Uma breve história da humanidade. Trad. Janaína          Marcoantonio. Porto Alegre RS: L&PM, 2017. 24 ed. 464 p.)

Todo modo, esse novo humano, o sapiens, que diz-se saltar para sapiens sapiens et al, também desempenha a desídia, o desespero de perder-se do paraíso que construiu à própria expensa de sobreviver sobre a própria ficção, e auto insufla-se em desvio de um assombroso temor de nunca recuperar-se da melancolia de decaído e regurgita sabores de saberes de verbetes, sem nunca abrir melhor percepção de que nem tudo que está no óbvio seria obviamente a verdade, que nem é absoluta, exceto para as crenças em Deus único, que filosofia que foge à compreensão cartesiana.

"É relativamente fácil concordar que só o Homo sapiens pode falar sobre coisas que não existem de fato e acreditar em meia dúzia de coisas impossíveis antes do café da manhã (...) mas a ficção nos permitiu não só imaginar coisas como também fazer isso coletivamente (...) Os sapiens podem cooperar de maneiras extremamente flexíveis com um número incontável de estranhos. É por isso que os sapiens governam o mundo (...)"
          (Idem)

Há ainda um outro mundo, graças a Deus, que parece correr por fora das doutrinas aparentemente cheias das melhores intenções e discursos (Retórica clássica - vide a história da humanidade) que se nos possam parecer luz no caos. Prefiro o caos, pois na horizontalidade de Nietzsche, que foi quem matou Deus (é preciso compreender linguagens para não afogar-se no erro da compreensão rasa da palavra), melhor seria o caos que gera potência e fuga de escadas de pregoeiros de verdades do próprio ego enrijecido.

Gosto das verdades mais democráticas e livres de engessados padrões e igrejinhas mortas. O saldo da humanidade - salto do macaco - nem seria melhor democrático no grupo dos justos de políticas de coletivos, mas no da desconfiança de toda coletividade que perde o poder individual das perguntas e das próprias respostas da filosofia primordial: reflexão que gera ruptura que gera reflexão.

Ainda digo que, mais fácil não é nem cortar o cabelo, quando a barra pesar, para nunca esquecer o Poeta, mas manter a mesma atitude mesmo de cabeça raspada pela ditadura das regras e padrões que definem, por excelência do discurso sapiens, que a ordem é a ordem e a lei das ordens de defesa dos privados seria causa de coletivo.

Fico na contramão da história que oficializa a reprodução dos conteúdos pragmáticos. Fico de fora dos cinturões de Vannales, perdidos no tempo das teorias sejam cósmicas e da poeira do universo e digo que "a verdade está lá fora", mas cá dentro ela é big bang em franca e ininterrupta expansão... por mais, gerar nova geleia poderia ser outra via de mão mais limpa e alimentar zangões, rainhas, operários e toda a espécie que precise de solidariedade e Amor e Paz a receber...

Fecho o cerco de depreensões na confirmação de que: nada devo a favores, dívidas, promessas, ou alcunha de privar amizades fechadas com quem quer-se autoridade de poderes, desta que molha a mão dos filhos da sombra dos favores e os que ferem, apedrejam e lançam augúrios nas redes sociais, capitulam e beijam a mão iminente do favorecedor.

Continuo com a ampliação do dito popular, que envelheceu quando dizia "Pelos Santos se beija os altares". No salto do macaco velho, diria que "Se não pode beijá-los, os Santos, toque-os".

Hoje tem Natal

No Parque da Cidadania

Viva o Natal da Cidade, nesta  quarta feira, dia 20 de dezembro, às 19 horas, no Parque da Cidadania, será realizado um dos maiores espetáculos a céu aberto, na cidade de Teresina. "Siga a Estrela - Natal da Cidade", numa ousadia de grande cena, o espetáculo reúne 120 artistas diretamente no palco. Atores, atrizes, músicos, cantores, Orquestra e Coral dão o ar de natal na noite da quarta feira.

Com texto de Franklin Pires, a direção geral é de João Vasconcelos. A direção musical e regência é do paranaense Plínio Oliveira que também é o cantor da Paz e fará sua participação especial durante a dramatização.

 Na assistência de direção, Valdsom Braga, que é o facilitador dos trabalhos dramáticos realizados nos presídios da cidade, à frente dos Grupos "Mulheres de Aço e de Flores" (Presídio Feminino) e "Espelho da Realidade" (Presídio Masculino "Irmão Guido"). Os figurinos e caracterização de Bid Lima e a edição de texto e áudio de Miro Freitas. 

No Elenco, os atores e atrizes em processo de ressocialização dos presídios de Teresina, através da arte do Teatro e atores convidados da cidade. José - Joilson Ribeiro; Ana - Amanda Costas; Maria - Mara Araújo; Anjo Gabriel -  Riderwiche Rodrigues; Herodes - Madson Pereira Costa; Isabel - Ingrid Gonçalves; Pai do José -  Antonio Sousa Silva; Melchior - Mizael da Conceição; Baltazar  - Valdsom Braga; Gaspar -  Flávio Pereira; Dono da Estalagem - João Vasconcelos; Abgail  - Maria Paula Costa; Pastor  - Marcus Vinícius.

Já nas Participações Especiais, teremos o Cantor da Paz, Plínio Oliveira, de Curitiba PR, que acumula a direção musical e regência da Orquestra Jovem Música Para Todos e do Coração Infanto-Juvenil do Música Para Todos. Mais a Cantora Cláudia Simone.

As vozes que ecoarão o Natal vêm do Coral Infanto-Juvenil Música Para Todos[icsrita].

 A música ao vivo fica por conta da Orquestra Jovem Música Para Todos[icsrita] e o elencão do Grupo de Teatro "Mulheres de Aço e de Flores" (Penitenciária Feminina de Teresina) e Grupo de Teatro "Espelho da Realidade" (Penitenciária Masculina Irmão Guido")

O Apoio Institucional é do Governo do Estado. Apoio Cultural da Fundação cultural Monsenhor Chaves -FCMC/PMT; secretaria de Estado da Justiça - SeJus; Secretaria de Estado de Cultura do Piauí - SeCult; FM Culturade Teresina; Fundação Antares Rádio e Televisão; TV Garrincha; site EntreCultura; Paulo Moura[irMãodeCriação]; Armazém Paraíba e Projeto Música Para Todos[icsrita]

O espetáculo Musical "Siga a Estrela - Natal da Cidade tem a Realização da AndaLuz Iluminação,  em parceria com o  Instituto Trama Cultura, com Patrocínio do Grupo Carvalho, através do Siec – Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Piauí/ e Governo do Estado.

Nesta quarta feira, 20 de dezembro, às 20 horas, no Parque da Cidadania, com Entrada gratuita. Festeja-se o Natal com arte dramática na reinvenção da tradição milenar de festejar o nascimento de Jesus Cristo e confraternizar Paz, amor e Solidariedade à toda a gente.

serviço:
Siga a Estrela - Natal da Cidade
20 dezembro de 2017.
às 19 horas
no Parque da Cidadania
informações: 9.8817 2201

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Trama Canção

Canta Você

É nesta Quarta é Show, 06 de janeiro, que a música pega ar de brisa que a juventude canta e revigora a Canção Brasileira de Todas as Estações que toca você.

Música e Canção bossa nossa a todo vapor, a partir das 19 horas, na Galeria de Arte "Nonato Oliveira"[club dos diários], no Show "Trama Canção Canta Você".

Nas vozes e arte exaltação, a Banda Validuaté, Cláudia Simone, Flávio Moura, Gomes Brasil, Machado Jr. e Os Radiofônicos, estrelas que ocupam a festa e fazem mix felicidade musical, cantando emoções e as Canções que fizeram pra nós.

Quem nunca curtiu as baladas pop românticas atualizadas da Validuaté, os pop rock calientes em Cláudia Simone, os swings souls e reggae por Gomes Brasil?

E, ainda o charme e afinado em Canções de tradição e articuladas em sons e voz de efeitos crooner pop de Flávio Moura, ou ainda, a juventude que essa brisa enCanta nesse Broto que assina Os Radiofônicos? 
Pois, só nesta quarta feira, 6 de dezembro, a Canção piauís  faz-se geração da felicidade e música show aos ouvidos de Teresina cumpre pauta MPBossa nossa.

A partir das 19 horas, a noite promete não deixar ninguém fora do tom aos sons e fúria da música que a geleia gerou na geração pop que demarca a cidade.

Os ingressos custam R$ 10,00, a meia entrada, e R$ 20,00, a inteira. O acesso a ingressos será disponibilizado, no local e na hora que antecedem o Show.



Então, é partir para a noite e viver só felicidade das Canções.





Serviço:
Show Trama Canção Canta Você
dia 06 de dezembro (quarta feira)
na Galeria de Arte "Nonato Oliveira"
às 19 horas
ingressos: R$ 10,00 (meia)/ R$ 20,00 (inteira)
informações: 9.8817 2201
Classificação Livre.

fotos/imagem: (acervo dos artistas)